
A culinária síria é sempre presente aqui em casa, sou descendente por parte de pai e adoro. Juntamos com o lado italiano da família por parte de mãe e temos uma combinação maravilhosa de sabores e aromas. Vou colocar aqui algumas das minhas receitas favoritas e que sempre aparecem nas nossas festas de fim de ano, porque não gosto muito daquela ceia de peru e tender...
A culinária do Oriente, de modo geral, é muito rica em temperos saborosos e aromáticos. Os árabes usam muito a hortelã, o alho, o iogurte ou a coalhada, e as nozes, tanto em preparações doces quanto em salgadas.
O famoso tabule, salada de tomate, cebola, trigo, e hortelã e salsa, é originário do Líbano, mas acredito que a proximidade dos países fez com que muitas receitas migrassem de um lado para o outro, assim como fazem as pessoas até hoje.
As carnes, de cordeiro e carneiro, saborosas e ricas, tradicionalmente nos kebabs, espetinhos bem temperados e grelhados, são um capítulo a parte. A kafta, carne moída temperada moldada no espetinho, também.
Adoro a facilidade de apresentação dessa comida, ótima para servir para muita gente.
Nos doces, ganha de longe a tradicional baklava, doce de massa folhada recheado com manteiga e nozes, avelãs ou pistaches.
Além disso, o quibe, em suas variadas versões, as beringelas, o grão de bico, tudo regado a muito azeite virgem, dão a esta culinária um sabor apaixonante.
Para o número um desta série, o tabule.
Vale fazer para o dia a dia, pois é nutritivo, refrescante, um excelente acompanhamento para um bife, um frango e até um peixe grelhado. O tabule também é uma ótima dica para os vegetarianos, e você pode incrementar com sementes, como a linhaça e a quinoa, a proteína de soja, e ainda acrescentar nozes, tâmaras, pistaches, enfim, o que a sua imaginação e o seu paladar mandarem.
Mãos na massa:
100g. de trigo para quibe
6 tomates maduros e firmes
2 cebolas médias
suco de 6 limões taiti coado
1 maço de salsa
1 maço de hortelã
1 pitada de canela ou pimenta síria (também conhecida como caiena)
200 ml de azeite virgem
sal a gosto
O trabalho maior é picar isso tudo bem picadim, não esquecendo de lavar e desinfetar as ervas.
Deixe o trigo de molho em água fria por meia hora. Escorra numa peneira e deixe ali mesmo, escorrendo, enquanto pica tudo. O trigo vai inchar e crescer.
Numa travessa grande, coloque todos os picados, acrescente o azeite, a pimenta, o suco de limão, acerte o sal. A seguir, esprema o trigo com as mãos, para tirar ainda o excesso de água e misture tudo muito bem.
Deixe coberto na geladeira, por 3 horas antes de servir. O essencial do tabule é o verde. Não economize na salsa nem na hortelã e procure utilizá-las frescas.
O tabule fica bem conservado na geladeira por 2 a 3 dias, em recipiente bem fechado.
Esta receita dá 6 porções. Aumente ou diminua as quantidades a gosto.
Acompanhe com pão sírio (pita), tahine e bom apetite.
Na minha versão, acrescento 3 pepinos japoneses sem casca bem picadinhos, e o frescor é insuperável.
A culinária do Oriente, de modo geral, é muito rica em temperos saborosos e aromáticos. Os árabes usam muito a hortelã, o alho, o iogurte ou a coalhada, e as nozes, tanto em preparações doces quanto em salgadas.
O famoso tabule, salada de tomate, cebola, trigo, e hortelã e salsa, é originário do Líbano, mas acredito que a proximidade dos países fez com que muitas receitas migrassem de um lado para o outro, assim como fazem as pessoas até hoje.
As carnes, de cordeiro e carneiro, saborosas e ricas, tradicionalmente nos kebabs, espetinhos bem temperados e grelhados, são um capítulo a parte. A kafta, carne moída temperada moldada no espetinho, também.
Adoro a facilidade de apresentação dessa comida, ótima para servir para muita gente.
Nos doces, ganha de longe a tradicional baklava, doce de massa folhada recheado com manteiga e nozes, avelãs ou pistaches.
Além disso, o quibe, em suas variadas versões, as beringelas, o grão de bico, tudo regado a muito azeite virgem, dão a esta culinária um sabor apaixonante.
Para o número um desta série, o tabule.
Vale fazer para o dia a dia, pois é nutritivo, refrescante, um excelente acompanhamento para um bife, um frango e até um peixe grelhado. O tabule também é uma ótima dica para os vegetarianos, e você pode incrementar com sementes, como a linhaça e a quinoa, a proteína de soja, e ainda acrescentar nozes, tâmaras, pistaches, enfim, o que a sua imaginação e o seu paladar mandarem.
Mãos na massa:
100g. de trigo para quibe
6 tomates maduros e firmes
2 cebolas médias
suco de 6 limões taiti coado
1 maço de salsa
1 maço de hortelã
1 pitada de canela ou pimenta síria (também conhecida como caiena)
200 ml de azeite virgem
sal a gosto
O trabalho maior é picar isso tudo bem picadim, não esquecendo de lavar e desinfetar as ervas.
Deixe o trigo de molho em água fria por meia hora. Escorra numa peneira e deixe ali mesmo, escorrendo, enquanto pica tudo. O trigo vai inchar e crescer.
Numa travessa grande, coloque todos os picados, acrescente o azeite, a pimenta, o suco de limão, acerte o sal. A seguir, esprema o trigo com as mãos, para tirar ainda o excesso de água e misture tudo muito bem.
Deixe coberto na geladeira, por 3 horas antes de servir. O essencial do tabule é o verde. Não economize na salsa nem na hortelã e procure utilizá-las frescas.
O tabule fica bem conservado na geladeira por 2 a 3 dias, em recipiente bem fechado.
Esta receita dá 6 porções. Aumente ou diminua as quantidades a gosto.
Acompanhe com pão sírio (pita), tahine e bom apetite.
Na minha versão, acrescento 3 pepinos japoneses sem casca bem picadinhos, e o frescor é insuperável.














